quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Psicóloga x Cazuza!

Uma psicóloga que escreveu, corajosamente algumas verdades. Uma psicóloga que assistiu ao filme escreveu o seguinte texto: 'Fui ver o filme Cazuza há alguns dias e me deparei com uma coisaestarrecedora.. As pessoas estão cultivando ídolos errados..Como podemos cultivar um ídolo como Cazuza?Concordo que suas letras são muito tocantes, mas reverenciar um marginalcomo ele, é, no mínimo, inadmissível.
Marginal, sim, pois Cazuza foi uma pessoa que viveu à margemda sociedade, pelo menos uma sociedade que tentamos construir (ao menos eu)com conceitos de certo e errado. No filme, vi um rapaz mimado, filhinho de papai que nuncaprecisou trabalhar para conseguir nada, já tinha tudo nas mãos. A mãe viviapara satisfazer as suas vontades e loucuras. O pai preferiu se afastar dassuas responsabilidades e deixou a vida correr solta..
São esses pais que devemos ter como exemplo?
Cazuza só começou a gravar porque o pai era diretor de umagrande gravadora.. Existem vários talentos que não são revelados por falta deoportunidade ou por não terem algum conhecido importante.
Cazuza era um traficante, como sua mãe revela no livro, admitiuque ele trouxe drogas da Inglaterra, um verdadeiro criminoso. Concordo como juiz Siro Darlan quando ele diz que a única diferença entre Cazuza eFernandinho Beira-Mar é que um nasceu na zona sul e outro não.
Fiquei horrorizada com o culto que fizeram a esse rapaz,principalmente por minha filha adolescente ter visto o filme. Preciseiconversar muito para que ela não começasse a pensar que usar drogas,participar de bacanais, beber até cair e outras coisas, fossem certas, jáque foi isso que o filme mostrou.
Por que não são feitos filmes de pessoas realmente importantesque tenham algo de bom para essa juventude já tão transviada? Será que sercorreto não dá Ibope, não rende bilheteria? Como ensina o comercial da Fiat, precisamos rever nossosconceitos, só assim teremos um mundo melhor.
Devo lembrar aos pais que a morte de Cazuza foi consequência daeducação errônea a que foi submetido. Será que Cazuza teria morrido domesmo jeito se tivesse tido pais que dissesem NÃO quando necessário?
Lembrem-se, dizer NÃO é a prova mais difícil de amor .
Não deixem seus filhos à revelia para que não precisem searrepender mais tarde. A principal função dos pais é educar.. Não sepreocupem em ser 'amigo' de seus filhos. Eduque-os e mais tarde eles verão que você foi à pessoa quemais os amou e foi, é, e sempre será, o seu melhor amigo, pois amigo nãodiz SIM sempre.'
K. C.
Psicóloga Clínica

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

COMPANHIAS AÉREAS REDUZEM FROTAS, MAS CONTINUAM AMPLIANDO AS OPERAÇÕES NO BRASIL.

No mercado internacional, a depressão econômica iniciada em setembro de 2008 e, em seguida, a gripe A (H1N1) afetaram o desempenho do setor. Companhias estrangeiras diminuíram frotas, frequência e custos para continuar operando.
Nos vôos que saem ou chegam ao Brasil não houve um grande impacto, principalmente relacionado aos efeitos da crise financeira mundial. Pelo contrário, aumentou o número de operações de algumas empresas e entraram outras ligando o Brasil à Turquia e a Israel, operadas pelas empresas Turkish e El Al, respectivamente.
Segundo dados da OMT (Organização Mundial do Turismo), de janeiro a abril deste ano foram feitos 247milhões de embarques e desembarques no mundo e, com relação aos 289 milhões do mesmo período de 2008, houve uma queda de 22 milhões de embarques e desembarques em todo o planeta. Porém, na América do Sul, a OMT registrou aumento de 0,2% no período, perdendo apenas para o continente africano, que cresceu 3% na ocasião. O Oriente Médio registro a maior queda, com -18%, seguido pela Europa, com -10%.
A política de liberdade tarifaria proposta pela Anac promete movimentar o Brasil. Entre as nacionais, apenas a TAM, que opera vôos internacionais para a América do Norte e a Europa, deve sofrer os efeitos da decisão. Para o passageiro, a princípio, a noticia é bem-vinda, mas deve atrapalhar os planos da companhia nacional se as condições não forem as mesmas.

Fonte: http://www.revistaaviaorevue.com.br

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Dólares de Angola para o Brás(il).

Quem nunca fez compras no Paraguai ou conheceu alguém que o fez?
Acredito que esta pergunta seja comum hoje em Angola, só que trocando o Paraguai pelo Brasil, a Ponte da Amizade pelo Oceano Atlântico e o ônibus de turismo por um Boing 737-300.
O destino predileto é o bairro do Brás em São Paulo, se estendendo pelo Bom Retiro e mais recentemente em Moema nas pontas de estoque. São sacoleiras e lojistas angolanas que vêm ao Brasil comprar roupas, calçados e acessórios para vender no seu país. Algumas atravessam o Atlântico a cada duas semanas.
Fazem parte da classe média e alta de Angola, que aumenta no rastro do PIB, com taxa de crescimento de 20% ao ano, uma das mais altas do mundo, desde o fim da guerra civil.
A Associação de Lojistas do Brás estima que 700 angolanas circulam todos os dias no bairro.
Pelo menos oito hotéis simples do Brás são sustentados pelas angolanas que e ficam hospedadas, em média, cinco dias.
Não há sacoleira que saia do Brasil com menos de 200 kg de bagagem. Para atendê-las, pipocaram no centro de São Paulo pequenas transportadoras. Para se ter uma idéia uma única destas transportadoras despacha 16 toneladas por semana para Luanda. Cobra U$ 5 por kg e faz a entrega em 15 dias.
As relações entre os dois países vêm desde o século 17, agora intensificadas pelo desenvolvimento de Angola. Embora tenha grande contingente de miseráveis, há uma considerável parcela da população com poder aquisitivo alto.
No sentido inverso, cerca de 40 mil brasileiros já teriam desembarcado em Angola, atrás de altos salários e de oportunidades de ganhar dinheiro com investimentos em diversas áreas, mas este é um assunto a ser discutido em outra oportunidade.
Para um maior entendimento sobre Angola acessem: http://www.info-angola.com/